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Hei se você quer utilizar o meu domínio “galochas” ou qualquer outro da minha conta…. ao invés de tentar INVADIR a minha conta ROUBANDO a minha senha…. pode simplesmente entrar em contato comigo!

Afinal… pagando bem, que mal tem?

Nunca tínhamos assunto para escrever, mas sempre saía alguma coisa. Não deletei ainda por dó, e por ter aquela esperança que algum dia vou ter inspiração. Hoje parece tão mais fácil fazer vídeos do que ficar digitando. Hoje me parece tão mais fácil escrever uma dissertação….

Mas para aquelas horas de bobeira que não tem ninguém online no msn para me aguentar… tem esse blog abandonado!

O que te faz voltar a postar?

O que te faz voltar a gostar de um perfume, ou ouvir novamente uma música antiga? O que te faz voltar a um lugar no qual não tem responsabilidade/dever/obrigação/lazer nenhum? O que te faz voltar com o (a) ex? O que te faz voltar a encontrar com aquele (a) amigo (a)? O que te faz voltar a ler aquele livro que ficou jogado? Ou usar aquela roupa já rebaixada a pijama? O que te faz voltar a ser o que era antes? O que te faz voltar a fazer o que já não fazia mais?

Deu saudade?

Deu na telha!

Resolvi voltar a postar… sei-lá, escrever algo menos científico talvez me deixe mais animada!

Para deixar as pessoas atualizadas…. o estado civil dos chatos de galochas é: casados!! Sim, sim, sim… juntamos as galochas de vez! E na resposta à pergunta “profissão” da chata… hoje é apenas estudante, bolsista de mestrado!

Deixei o blogspot… acho que devemos sempre explorar novas ferramentas! Mas o sentido do blog continua o mesmo… chatos sempre!!!

E a grande pergunta é a mesma de sempre… até quando esse blog vai durar???

Tudo está mudando… Um novo sentido na profissão… e um novo estado civil!

Ariranha prenha

Este blog morreu. Quer dizer, entrou em coma.

O estado vegetativo vai perdurar até não sei quando.

Até hoje muitas coisas aconteceram. Nada muito relevante que possa ter causado a não atualização daqui.

A chata ganhou um celular novo do chato. Presente de Natal adiantado.
O chato agora acorda cedo para ir trabalhar. E chega atrasado.
A chata faz academia e logo vai participar de algum concurso “Musa do verão”.
O chato não faz nada. Bebe café e divaga sobre ” “.

Enfim, a vida continua.

Desde os primórdios dos dias de ontem, quando a corrente ainda segurava um aro de então conhecida bicicleta, os bueiros tinham a ingrata função de tampar os buracos. Não eram meros buracos: eram entradas largas para o submundo subterrâneo dos comedores de carniça e dejetos humanos.

Infeliz com sua função, a tampa do bueiro resolveu sair em busca de seu sonho: se tornar uma base para guarda sol da praia de rio. rolou pelas ruas e avenidas sem rumo definido e sem saber como iria se tornar aquilo que sonhava ser.

De buracos em buracos, se apoiando em meio fio, batendo em poste, a tampa de bueiro seguia seu rumo incerto. Enfrentou ventos, chuvas, granizos e sabiás assassinos, e resistente, não se deixava balançar por meras adversidades.

Foi então que a tampa de bueiro encontrou sua alma gêmea: a bandeja do garçom! ele olho pra ela e viu ela dançando sobre a mão do garçom vesgo que carregava uma porção de bolinho de queijo e uma Fanta uva sem gelo.

Olhando aqueles movimentos suaves, a tampa do bueiro resolveu buscar o seu amor, então, com uma girada anti-horário, atropelou o pé do garçom que, desequilibrando, derrubou a bandeja!

Envolto de uma adrenalina invisível e carregado de emoções vaporosas, a tampa do bueiro chegou perto da bandeja do garçom e estendeu seu parafuso mais bonito. porem…

A bandeja não levantou. Ela não respirava e muito menos se mexia. ela estava morta.

Aterrorizado com a situação, a tampa de bueiro viu-se sendo acusado pelo pé de mesa e pela quina do balcão de assassinato triplo, pois matara alem da bandeja, a garrafa da Fanta uva e a cestinha de palha que alojava os bolinhos de queijo.

Desolado, a tampa do bueiro correu para o norte, fugindo de uma trupe de porta copos que o perseguia, afim de prende-lo em alguma masmorra sinistra.

Com toda a sua força, a tampa do bueiro rolava e rolava pelas ruas ate que um caminhão pipa desgovernado atingiu seu lado esquerdo inferior.

A pobre tampa de bueiro viu seu mundo girar, e a cada um terço de volta lembrava de seus momentos felizes, quando eram colados chicletes em sua face e quando lhe levantavam para entrar no buraco.

Depois de 3 horas rodopiando, a tampa do bueiro cai no asfalto, estatelada. As caçambas olhavam tristonhas e os postes piscavam sem nexo nenhum.

A tampa do bueiro olhou para o céu e viu uma pomba. depois disso, ele morreu.

Por Chato de Galochas